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O papel dos aminoácidos Glicina e Cisteina (GLINAC) na proteção das células contra o envelhecimento

O papel dos aminoácidos Glicina e Cisteina (GLINAC) na proteção das células contra o envelhecimento:

Os Aminoácidos são a menor parte de uma proteína e atuam em vários processos complexos que fazem nosso corpo funcionar normalmente, como por exemplo a regulação do humor e do sono, a melhora do desempenho físico, recuperação de músculos e até mesmo a proteção celular via sistema antioxidante intracelular.

Quando falamos em proteção celular durante o processo de envelhecimento, podemos destacar dois aminoácidos: a Glicina e Cisteina. Esses aminoácidos compõem a Glutationa, o principal antioxidante intracelular, sendo essencial para estabilizar radicais livres (moléculas que em excesso, são toxicas ao nosso organismo).

Diversos pesquisadores relatam que a redução da capacidade do nosso corpo de produzir Glutationa ao longo dos anos está associada a uma diminuição da concentração de seus aminoácidos precursores e aumento do estresse oxidativo (acumulo de radicais livres).

Vale ressaltar que o estado de estresse oxidativo elevado está associado à diversas doenças e até mesmo perda de funcionalidade das nossas células.

Uma alternativa para auxiliar no aumento dos níveis de Glutationa é a suplementação dos seus precursores que se encontram reduzidos, especialmente a Cisteína e Glicina, além de vitaminas e minerais que atuem no sistema antioxidante intracelular e auxiliem na proteção contra os danos causados pelos radicais livres.

Vale lembrar: para se manter ativo e saudável, além da prática regular de exercícios físicos, a alimentação balanceada garante um aporte nutricional adequado na proteção das células decorrente do processo de envelhecimento.

Referências:

1 - BARROS, C. R.; CATANIA, A. S.; FERREIRA, S. R. G. Vitaminas e minerais com propriedades antioxidantes e risco cardiometabólico: controvérsias e perspectivas. Arquivo Brasileiro de Endocrinologia Metabólica, São Paulo, v. 53, n. 5, p.550-559, jun. 2009.

2 - BUSNELLO, F. M.. Aspectos Nutricionais no Processo do Envelhecimento. São Paulo: Atheneu, 2007.

3 - COZZOLINO, S. M. F.; COMINETTI, C. Bases bioquimicas e fisiologicas da nutrição nas diferentes fases da vida, na saúde e na doença. São Paulo: Manole, 2013.

4 - DRAUZIO, Varella. Deficiência de B12. Disponível em: https://drauziovarella.uol.com.br/drauzio/artigos/deficiencia-de-b12/. Acesso em: 30 de julho de 2019.

5 - ESKINAZI, F. M. V. et al. Envelhecimento e a Epidemia da Obesidade. Unopar Científica Ciências Biológicas e da Saúde, Pernambuco, v. 1, n. 13, p.295-298, fev. 2011.

6 - INTERNATIONAL LIFE SCIENCES INSTITUTE. Aminoácidos. Disponível em: http://ilsibrasil.org/wp-content/uploads/sites/9/2016/08/Aminoacidos_vers%C3%A3o-online.pdf. Acesso em: 31 de julho de 2019.

7 - PETRY, E. R et al . Suplementações nutricionais e estresse oxidativo: implicações na atividade física e do esporte. Rev Bras. Cien, Florianópolis, v.35, n. 4, p.1071- 1092, dez de 2013.

8 - PORFÍRIO, Elisângela; FANARO, Gustavo Bernardes. Suplementação com colágeno como terapia complementar na prevenção e tratamento de osteoporose e osteoartrite: uma revisão sistemática. Rev. Bras. Geriatr. Gerontol, Rio de Janeiro, p.153-163, 2016.

9 - SOCIEDADE BRASILEIRA DE DERMATOLOGIA. Envelhecimento. Disponível em: https://www.sbd.org.br/dermatologia/pele/doencas-e-problemas/envelhecimento/4/. Acesso em: 30 de julho de 2019.

10 - STONOGA, E. T. S. et al. Efeitos da glutamina intraperitoneal no tratamento de sepse experimental. Arq Bras Cir, Paraná, v.32, n.2, p. 1-4, jan de 2019.

11 - SOCIEDADE BRASILEIRA DE DERMATOLOGIA: Envelhecimento. Disponível em: https://www.sbd.org.br/dermatologia/pele/doencas-e-problemas/envelhecimento/4/ BARBON, F. J; WIETHÖLTER, P; FLORES, R. A: Alterações Celulares no Envelhecimento Humano. DOI: 10.18256/2238-510X/j.oralinvestigations.v5n1p61-65

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